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Como fazer um plano de intervenção

Como fazer um plano de intervenção

29 de dezembro de 2021

O Plano de Intervenção é uma das etapas do Gerenciamento de Áreas Contaminadas, e é realizado logo após a Avaliação de Risco. Esta etapa tem como objetivo a recuperação da área e consequente emissão do Termo de Reabilitação para uso Declarado.

As áreas contaminadas representam uma boa parcela de imóveis com grande potencial econômico nas cidades. No entanto, para atribuir a elas um novo uso é necessário adotar medidas de intervenção que resultem na reutilização segura destas áreas, com todos os receptores humanos e ecológicos protegidos de reais e potenciais riscos.

Neste plano, está presente um relatório com todos os detalhes do que será feito para a reabilitação da área, as medidas de controle e de remediação a serem aplicadas, de acordo com a especificidade do local estudado.

Entenda agora como funciona a elaboração deste plano e porque é tão importante ficar atento a todos os detalhes necessários nesta etapa do Gerenciamento de Áreas Contaminadas.

Como é feito um Plano de Intervenção

Um Plano de Intervenção adequado, em conformidade com os padrões normativos e legais, possui um conjunto de itens obrigatórios a serem descritos e apresentados detalhadamente em relatório, demonstrando os seus objetivos, quais as medidas e técnicas (de controle ou de remediação) que devem ser adotadas ao longo de todo o processo, além de um descritivo detalhado de todas as ações a serem tomadas.

Todo o escopo técnico deve levar em conta a conclusão da etapa de Avaliação de Risco à Saúde Humana.

Com isso, é importante que o documento oriente sobre como será feito o controle das fontes de contaminação, quais medidas adotadas para atingir o nível de risco aceitável aos receptores humanos e/ou ecológicos identificados e como controlar os riscos identificados com base nos padrões legais aplicáveis.

Todas as medidas de remediação para tratamento e para contenção, medidas de engenharia e medidas de controle institucional, devem ser definidas por um responsável técnico, por exemplo, uma consultoria ambiental.

Além das medidas adotadas, o documento também precisa descrever as técnicas que serão aplicadas – estabelecendo, inclusive, o critério de seleção que deverá considerar: a disponibilidade da técnica, sua aplicabilidade considerando as substâncias químicas de interesse e o meio contaminado, as consequências de sua aplicação, o custo, o histórico de utilização da técnica para casos similares e o tempo necessário para atingimento das metas de remediação.

É necessário inserir uma análise técnica, econômica e financeira sobre a metodologia a ser aplicada ou excluída e que porventura possa inviabilizar o projeto de alguma forma, o cronograma e o mapa de intervenção.

Por ser um documento detalhado e que necessita de um corpo técnico especializado para sua elaboração, a alternativa viável para as empresas responsáveis pelo passivo ambiental  é contar com uma consultoria ambiental de confiança e credibilidade.

A Stricto Soluções Ambientais realiza todas as etapas do Gerenciamento de Áreas Contaminadas e está apta a oferecer todo o auxílio necessário a sua empresa durante a construção do Plano de Intervenção. Solicite já um contato e descubra como podemos ajudar o seu negócio.